sábado, 23 de dezembro de 2017

TIRIRICÃO, TIRIRICA AMARELA, Cyperus esculentus e

TIRIRICA COMUM, CAPIM-DANDÁ, Cyperus rotundus



Sempre que eu encontrava uma tiririca, ainda sem sementes não sabia dizer qual das 2 tiriricas era, no final eu achava que sempre estava encontrando em meu caminho a tiririca comum, Cyperus rotundus, da qual fiz uso das batatinhas como leite da terra, as suas batatinhas tem um cheiro muito forte, para mim lembra até uma terebentina, porém é uma planta medicinal muito poderosa. Tem flores avermelhadas, é considerada anti-inflamatória, estimulante, vermífuga, hipotensora, em análise química, demonstrou ser antimicrobiana, anti-inflamatória e anti-fúngica, explica Harri Lorenzi em seu livro Plantas Medicinais. Bebendo este leite da terra senti em meu próprio corpo uma mudança de energia, sentia muito mais revitalizada depois do seu uso.



É um pouco chato para limpar, as batatinhas são meio pequenas, precisa lavar bem, retirar as raizes, pode deixar a casca marrom, bater tudo no liquidificador com água, bata umas 7-10 batatinhas em um copo de água, passe em um coador fino e adoce, se quiser acrescente canela. Eu usei a fibra no feijão.



Já a tiririca-amarela tem flores amarelas-douradas, está no livro de PANC do mestre Valdely F. Kinupp, cita as suas batatinhas como tendo sabor de amêndoas... Em bebi o suco da chamada Horchata de Chufa em Valência, bebida tradicional desta região feita a partir das batatinhas da tiririca amarela, Cyperus esculentus, muito ricas em gorduras, proteínas e açúcares. Faça um leite da terra desta tiririca como explicado acima, Kinupp recomenda usar as fibras em bolos e outros pratos. É antioxidante, protegendo o sistema imunológico.

No Sítio Pindorama em Mogi das Cruzes, juntas as 2 tiriricas, a amarela e a comum, nov/2017
A alegria de encontrar a tiririca-amarela, Cyperus esculentus

Tiririca-amarela, foto da internet

Da esquerda para direita, tiririca-amarela, com flores douradas e a tiririca comum, Cyperus rotundus com flores mais avermelhadas


sábado, 9 de dezembro de 2017

OFICINA DE PANC com Regina Yassoe Fukuhara no Espaço Quilombo Nuagora

no sábado 16/12/17 as 14h, na rua Banharão, 223 - São Paulo

P A N C's: Plantas Alimentícias Não Convencionais. 

São plantas que não consumimos como alimento simplesmente porque não estão à venda, ou seja: falta de costume e/ou conhecimento. Geralmente eram consideradas "mato" ou "ervas daninhas", porque crescem espontaneamente junto às plantas que cultivamos, ou em praças, parques, jardins e cantinhos onde muitas vezes o cuidado humano não se faz presente. Se as jogamos fora, perdemos uma grande oportunidade de consumir alimentos super nutricionais e curativos. 

A proposta da especialista Regina Yassoe Fukuhara é abordar esse tema com os ensinamentos sobre a potência nutricional dessas bênçãos da terra, sair à campo com o grupo percorrendo praças e arredores para a identificação das pancs e, além disso, juntos prepararmos um delicioso Temaki de Pancs e aprender outra receita com jaca para a ceia de natal.

Regina Yassoe Fukuhara é Artista Plástica, Permacultora e Pesquisadora apaixonada pelas PANC começou suas pesquisas participando de vários cursos, oficinas e passeios de identificação entre eles: IV Passeio Guiado – PANC na City com Neide Rigo, Oficina de PANC com Guilherme Ranieri na horta da FMUSP e Instituto Chão em 2016 e Curso de PANC com Valdely F. Kinupp – Tibá Rio/Bom Jardim/RJ em abril/ 2017. Hoje ela divide seu conhecimento em eventos em São Paulo e região. Realizou oficinas de PANC em 2016 no SESC Osasco, SESC Pinheiros, Horta das Corujas, no Festival de Agricultura Urbana na Praça Vitor Civita, na Horta Comunitária da Saúde, Espaço Cultural Jd. Damasceno na Vila Brasilândia. E em 2017 pelo Semear Conhecimentos em Igaratá, Chácara Amorada em Mairiporã e Horta do Centro Cultural São Paulo, 1º Semear Conhecimentos de Mairiporã, Agosto/2017, Mesa sobre PANC na Livraria da Vila pela Virada Sustentável 2017.

Regina também participa de diversos eventos voluntários em hortas da cidade e comunidades indígenas. Para conhecer o seu trabalho, acesse seu blog Sabores do Mato http://saboresdomato.blogspot.com.br/: “A pesquisa sobre as ervas (PANC e plantas medicinais) nasceu de um desejo profundo pela conexão com a natureza, aprender mais sobre os saberes da terra. Minha pesquisa procura trazer de volta a saúde da terra e a saúde do ser humano e animais”

Vamos degustar as receitas e acessar um conhecimento muito precioso para tempos de tantos venenos nos alimentos. É uma maneira de contribuirmos com a qualidade de vida que merecemos e de estarmos alinhad@s com uma saúde harmônica!

Vamos?

Inscrições: nuagora@gmail.com , com Karmencita.
Reciprocidade: R$ 80

Até lá!




Inscrições no evento do Facebook: 
https://www.facebook.com/events/135541857151132/


quarta-feira, 22 de novembro de 2017

OFICINA DE PANC - Plantas Alimentícias não Convencionais no Sítio




OFICINA DE PANC – Plantas Alimentícias não Convencionais (matos comestíveis) por Regina Yassoe Fukuhara

Galera!! Vai ter oficina de PANCs no Sítio!
PANCs são Plantas Alimentícias Não Convencionais (matos de comer).
Quem vai facilitar a oficina é a Regina Yassoe. Será no domingo, dia 26/11 em um Sítio de Agricultura Familiar, Pindorama - Mogi das Cruzes-SP, a partir das 13h.
Vamos aprender um pouco sobre as PANCs, depois faremos o reconhecimento de algumas delas no Sítio e degustação de receitas com PANCs.


Investimento: R$ 40


INSCRIÇÕES no evento do Facebook:

https://www.facebook.com/events/123495684987265/

sábado, 11 de novembro de 2017

OFICINA DE PANC (Utilização de panc na culinária) - 18/11/12 as 15h, sáb. na Biotrips, rua Bela Cintra, 450





Dando continuidade ao ciclo de oficinas sobre as PANC (Plantas alimentícias não convencionais), no dia 18 de novembro falaremos sobre a utilização das PANC na culinária.

As PANC (Plantas Alimentícias não convencionais), termo criado pelo biólogo Valdely Kinupp diz respeito às plantas comestíveis que nascem de forma espontânea em jardins, quintais, terrenos baldios, parques, frestas de calçadas e canteiros, mas que não são consumidas por falta de costume ou de conhecimento.
Estima-se que existam 10 mil espécies com potencial alimentício no Brasil. Elas possuem alto teor nutritivo, são ricas em minerais, proteínas, vitaminas e ômega-3.

Nutritivas, ricas em aromas, cores, sabores e pouco conhecidas, mas elas estão chamando a atenção de cozinheiros criativos e de pesquisadores engajados em torná-las mais acessíveis aos consumidores.

A oficina propõe a preparação e degustação de deliciosas receitas feitas pela especialista Regina Yassoe Fukuhara. Durante a oficina, aprenderemos fazer receitas com coração de banana ou jaca verde (dependendo de qual estiver disposição na data), salada de PANC, salada de manga com PANC, bruschetta de PANC e sobremesa surpresa.

Regina Yassoe Fukuhara é Artista Plástica, Permacultora e Pesquisadora apaixonada pelas PANC começou suas pesquisas participando de vários cursos, oficinas e passeios de identificação entre eles: IV Passeio Guiado – PANC na City com Neide Rigo, Oficina de PANC com Guilherme Ranieri na horta da FMUSP e Instituto Chão em 2016 e Curso de PANC com Valdely F. Kinupp – Tibá Rio/Bom Jardim/RJ em abril/ 2017. Hoje ela divide seu conhecimento em eventos em São Paulo e região. Realizou oficinas de PANC em 2016 no SESC Osasco, SESC Pinheiros, Horta das Corujas, no Festival de Agricultura Urbana na Praça Vitor Civita, na Horta Comunitária da Saúde, Espaço Cultural Jd. Damasceno na Vila Brasilândia. E em 2017 pelo Semear Conhecimentos em Igaratá, Chácara Amorada em Mairiporã e Horta do Centro Cultural São Paulo, 1º Semear Conhecimentos de Mairiporã, Agosto/2017, Mesa sobre PANC na Livraria da Vila pela Virada Sustentável 2017.

Regina também participa de diversos eventos voluntários em hortas da cidade e comunidades indígenas. Seu trabalho pode ser acompanhado em seu blog Sabores do Mato (http://saboresdomato.blogspot.com.br/). Onde ela nos conta como surgiu a paixão pelas plantas e divide todo seu conhecimento desse mundo riquíssimo. : “A pesquisa sobre as ervas (PANC e plantas medicinais) nasceu de um desejo profundo pela conexão com a natureza, aprender mais sobre os saberes da terra, minha pesquisa procura trazer de volta a saúde da terra e a saúde do ser humano e animais” diz ela em seu blog.
Venham conhecer esse mundo de flores e plantas de comer!
DIAS: 18 de novembro de 2017 das 15h00 às 18h00
LOCAL: Rua Bela Cintra, 450 – Consolação CEP -01415-000 – São Paulo-SP.

INVESTIMENTO: R$ 70,00

Inscrições e maiores informações:
E-mail ou Whatsapp
Ana Moraes
11 4559-0785
11 98188-0991
anamoraes@obichobiotrips.eco.br

Cauê Vida
11 4559-0785
11 97373-1913
caue@obichobiotrips.eco.br

sábado, 28 de outubro de 2017

MARIA PRETINHA, erva moura, Solanum americanum



Ah! Quantas crianças já não comeram desta PANC!!!! Semana passada fui à horta das Corujas e me deparei com um grupo de criancinhas que vieram conhecer a horta junto com algumas professoras da escola em que estudam. Quando mostrei a maria pretinha, a maioria ficou curiosa para experimentar e gostou... as crianças adoraram ver a dormideira e se encantaram com as sementinhas comestíveis da beldroega graúda, Talinum paniculatum... Distribui alguns galhos com as bolinhas amarelas do beldroegão e saíram felizes da horta... Fiquei muito feliz em ajudar as novas gerações a se conectarem com a natureza, estimulando o paladar e os sentidos... Uma verdadeira satisfação tomou conta de mim neste dia.



Outros nomes da maria pretinha são caraxixá, pimenta de galinha e guaraquinha. É planta nativa, eu também quando criança comia seus frutinhos pretos nos terrenos baldios e mesmo na horta da minha mãe. Possuem flores brancas muito pequeninas. Mas advirto para não consumirem os frutinhos se você não conhece bem a planta, com o risco de ingerir algum fruto extremamente tóxico de plantas similares. Sempre procure se familiarizar bem com a planta, olhe fotos na internet, pergunte para pessoas que conheçam bem a planta, coloque fotos em grupos de panc e identificação de plantas na internet...



A erva moura é da mesma família dos pimentões e pimentas. As folhas de plantas jovens podem ser consumidas refogadas, suas folhas são ricas em cálcio, potássio, magnésio e ferro. Dos frutinhos pode-se fazer geléia, mousse, sorvete, etc, e são ricas em antocianinas e antioxidantes segundo o livro de PANC de Valdely F. Kinupp.

É planta medicinal, no livro Plantas Medicinais de H. Lorenzi, diz que o chá obtido por decocção (erva fervida) de suas folhas é usado para casos de excitação nervosa, cólicas, nevralgias e afecções das vias urinárias.

Maria pretinha ou erva moura em um estacionamento na rua Paim, 2016

maria pretinha, estacionamento na rua Paim, 2016

Maria pretinha com suas minúsculas flores brancas, no parque Mário Covas, 2016

Maria pretinha no Alto da Lapa, 2016

foto da internet, maria pretinha com seus frutinhos pretos


terça-feira, 3 de outubro de 2017

GALINHADA COM PANC, as bênçãos que vem da terra



Em 2 semanas acabei fazendo uma galinhada com PANC em duas aldeias guaranis, e eu que sou semi vegetariana acabei até provando a iguaria e ficaram muito boas...



Como faço horta com as crianças guaranis na escola bilíngue da aldeia Tekoa Ytu, resolvemos colher as panc que nasceram espontaneamente na horta de forma abundante... Colhemos língua de vaca, Rumex Obtusifolius, picão preto, Bidens alba, picão branco, Galinsoga parviflora, mentruz-rasteiro, Coronopus didymus, tanchagem, Plantago major, ançarinha branca, Chenopodium album, além da capuchinha, Tropaeolum majus que eu trouxe da Horta Comunitária da Saúde e colhemos as cenouras, cujas folhas foram também pra galinhada. Os guaranis não comem flores, por isso, na salada tivemos repolho e folhagens panc. Ah! Também acrescentei folhas de amora e de hibisco colibri no refogado.



Bem, a galinhada foi um sucesso, servimos com arroz e a salada...



E neste último domingo participei em um mutirão na aldeia guarani em Parelheiros, Tekoa Yyrexãkã, para restauro da casa que abrigará futuramente a escola das crianças guaranis. Resolvemos também fazer uma galinhada com panc... Coletamos o que tinha mais na aldeia, folhas de batata doce e capiçoba, Erechtites valerianifolius, que tem um aroma incrível, e um pouco de tanchagem, Plantago australis, folhas de amora e centelha asiática, Centella asiatica...




Refoguei pedaços de frango com alho e cebola, deixamos na panela até ficar bem cozido o frango, salgamos e só no final acrescentei as panc... Além da galinhada também fizemos um lindo cozido de legumes com panc. Foi um sucesso o almoço, que foi servido com salada e arroz branco. Muito gratificante cozinhar com os guaranis de forma tradicional no fogão a lenha ou mesmo em fogueira improvisada. Me senti abençoada por compartilhar o conhecimentos das plantas comestíveis e estar em meio à natureza celebrando a vida!

Preparando a galinhada com panc no fogão a lenha na horta comunitária da aldeia Tekoa Ytu

Hora de colocar as panc

Almoço pronto preparado junto com os alunos da escola

Preparando a galinhada na aldeia Tekoa Yyrexãkã

Recebendo as dádivas divinas

Coletando a capiçoba, Erechtites valerianifolius

A luz divina abençoando o preparo do almoço coletivo

Coletando folhas de batata doce

Galinhada pronta e legumes com panc

Mexendo a galinhada, pra driblar a fumaça me lembrei que minha mãe sempre usava abanador

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

PRÓXIMA OFICINA DE PANC com Regina Y. Fukuhara  23/9, sábado às 15h





As PANC (Plantas alimentícias não convencionais), termo criado pelo biólogo Valdely Kinupp diz respeito às plantas comestíveis que nascem de forma espontânea em jardins, quintais, terrenos baldios, parques, frestas de calçadas e canteiros, mas que não são consumidas por falta de costume ou de conhecimento.

Estima-se que existam 10 mil espécies com potencial alimentício no Brasil. Elas possuem alto teor nutritivo, são ricas em minerais, proteínas, vitâminas, ômega-3 e etc.

A oficina propõe um olhar atento sobre nossa biodiversidade alimentar. Veremos que 90% das PANC que são consideradas por muitos ‘mato’, ‘daninhas’, ‘invasoras’ e até ‘nocivas’ possuem valor nutritivo e medicinal.

A facilitadora Regina Yassoe Fukuhara pesquisadora apaixonada pelo mundo das PANC irá nos ajudar a identificar, reconhecer esses ‘matos e flores’ comestíveis e falará sobre suas propriedades. Faremos também um passeio pela Horta da Angélica, onde teremos a oportunidade de reconhecer algumas plantas durante o percurso nas ruas de São Paulo. Ao final vamos fazer uma degustação de algumas espécies comestíveis e aprender a preparar 2 tipos patês de PANC para um café com pão artesal feito por Regina. Ela usa a arte para criar pratos saudáveis e bonitos com suas flores e matos de comer.

Regina Yassoe Fukuhara é Artista Plástica, Permacultora e Pesquisadora apaixonada pelas PANC começou suas pesquisas participando de vários cursos, oficinas e passeios de identificação entre eles: IV Passeio Guiado – PANC'S na City com Neide Rigo, Oficina de Pancs com Guilherme Ranieri na horta da FMUSP e Instituto Chão em 2016 e Curso de Panc com Valdely F. Kinupp – Tibá Rio/Bom Jardim/RJ em abril/ 2017. Hoje ela divide seu conhecimento em eventos em São Paulo e região. Realizou oficinas de PANC em 2016 no SESC Osasco, SESC Pinheiros, Horta das Corujas, no Festival de Agricultura Urbana na Praça Vitor Civita, na Horta Comunitária da Saúde, Espaço Cultural Jd. Damasceno na Vila Brasilândia. E em 2017 pelo Semear Conhecimentos em Igaratá, Chácara Amorada em Mairiporã, Horta do Centro Cultural São Paulo, Semear Conhecimentos na Horta agroecológica do Areião, Oficina de Panc na Pousada Ziláh, 1º Semear Conhecimentos de Mairiporã, Agosto/2017, Mesa sobre PANC na Livraria da Vila pela Virada Sustentável 2017.

Regina também participa de diversos eventos voluntários em hortas da cidade e comunidades indigenas. Seu trabalho pode ser acompanhado em seu blog Sabores do Mato (http://saboresdomato.blogspot.com.br/). Onde ela nos conta como surgiu a paixão pelas plantas e divide todo seu conhecimento desse mundo riquíssimo. : “A pesquisa sobre as ervas (PANC - PLANTAS ALIMENTÍCIAS NÃO CONVENCIONAIS e plantas medicinais) nasceu de um desejo profundo pela conexão com a natureza, aprender mais sobre os saberes da terra, minha pesquisa procura trazer de volta a saúde da terra e a saúde do ser humano e animais...”

Venham conhecer esse mundo de flores e plantas de comer!

Vagas limitadas!

DIAS: 23 de setembro de 2017 das 15h00 às 18h00

LOCAL: Rua Bela Cintra, 450 – Consolação CEP -01415-000 – São Paulo-SP

INVESTIMENTO: R$ 70,00

Inscrições e maiores informações:
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Ana Moraes
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11 98188-0991 (whatsapp)
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